Free JavaScripts provided
by The JavaScript Source

<º))))><.·´¯`·. VOCE ESTÁ NO BlogUhuUTP .·´¯`·.¸><((((º>

terça-feira, março 29, 2005

TRANSGÊNICOS. QUAIS SÃO OS RISCOS AMBIENTAIS?

Dentre os riscos para o meio ambiente, podemos listar a poluição genética, a perda de biodiversidade, o surgimento de ervas daninhas resistentes a herbicidas, o aumento do uso de agrotóxicos e a perda da fertilidade natural do solo. A poluição genética se dá através do cruzamento de variedades transgênicas com variedades selvagens e convencionais. Isso está acontecendo com o milho, no México, e já foi comprovado cientificamente. Esse cruzamento causa a perda de biodiversidade e é irreversível e incontrolável, uma vez que estamos falando de seres vivos, que se reproduzem sozinhos. A biodiversidade é fundamental para a manutenção do equilíbrio genético e, também, uma fonte de conhecimento e soluções para a humanidade. No entanto, a perda de biodiversidade não se dá apenas pela poluição genética. Um exemplo são as plantas que produzem toxinas inseticidas, como o milho transgênico. O milho geneticamente modificado foi criado para combater insetos que afetam as plantações, mas acaba prejudicando também insetos benéficos. É o que está acontecendo com as borboletas Monarca, que não são prejudiciais às plantações, mas que estão sendo dizimadas por causa da propriedade inseticida do milho Bt. Outro problema ambiental grave causado pelos transgênicos é o aparecimento de superpragas e ervas daninhas resistentes a herbicidas. No caso das superpragas, como o ciclo de vida dos insetos é muito curto, eles desenvolvem resistência à toxina produzida pelo milho Bt, pois estão permanentemente em contato com a planta. Já as ervas daninhas resistentes aparecem por causa da aplicação contínua de apenas um tipo de herbicida sobre a plantação. Já foram identificadas daninhas resistentes nos EUA e também no Brasil. Para o combate das superpragas e das ervas daninhas resistentes, é necessária a aplicação de agrotóxicos em maior quantidade ou mais tóxicos. E o uso cada vez maior de agrotóxicos, além de deixar mais resíduos nas plantações, acaba também contaminando o solo e a água existem nos lençóis freáticos que ficam abaixo das plantações de variedades transgênicas. Greenpeace

segunda-feira, março 21, 2005

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA ÁGUA


1 - A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão, é plenamente responsável aos olhos de todos.
2 - A água é a seiva de nosso planeta. Ela é condição essencial de vida de todo vegetal, animal ou ser humano. Sem ela não poderíamos conceber como sãs a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura.
3 - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, gráfeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
4 - O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
5 - A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como a obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
6 - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
7 - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
8 - A utilização da água implica em respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
9 - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
10 - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
Texto da ONU

sexta-feira, março 18, 2005

PRA DESCONTRAIR ...

Hoje a ordem é descontrair !
Nada melhor pra começar um final de semana, por isso aproveite pra rir um pouco com o que colocamos hoje pra vocês ...


TUBARÃO NA ENCHENTE DE SÃO PAULO !!




O PICA-PAU SACANA



GAMES LEGAIS - vale a pena entrar !!!


http://www.biomania.com.br/bioentretenimento/sapo.swf

http://www.biomania.com.br/bioentretenimento/joaninha.swf


quarta-feira, março 16, 2005

Série Tráfico de Animais

O H i s t ó r i c o d o T r á f i c o
Desde seu descobrimento, o Brasil despertou a cobiça mundial por sua fauna e flora. Sua rica e preciosa biodiversidade sempre esteve na mira daqueles que aqui aportaram. Até hoje, a bandeira brasileira exalta o verde de nossas matas e o hino proclama que "nossos bosques têm mais vida e nossos campos têm mais flores". A cada ano, porém, os dados apontam um destino menos romântico para nossos símbolos patrióticos. As matas já não são tantas, e nossos bosques estão cada vez mais silenciosos.O processo de desenvolvimento cultural da população brasileira foi singular, possibilitando o encontro de povos conquistadores e povos que mantinham uma estreita relação com a natureza e o meio ambiente. Ainda hoje, observamos nos grandes centros urbanos, ou nos mais distantes rincões do nosso território, a presença de vários animais silvestres convivendo com o ser humano, numa relação de domínio e admiração.O hábito de manter animais silvestres como mascotes vem desde o tempo da colonização do Brasil. Quando os portugueses aqui aportaram, incorporaram a prática dos índios nativos de manter macacos e aves tropicais como seus animais de estimação, além de utilizarem o colorido das penas de aves brasileiras para adorno de chapéus e outras peças do vestuário. Segundo o jornalista brasileiro Eduardo Bueno, durante os trinta primeiros anos após o descobrimento do Brasil, as naus portuguesas que deixavam o país, costumavam levar em seus porões aproximadamente três mil peles de onças (Panthera onca) e 600 papagaios (Amazona sp.) em média. Ao serem desembarcadas na Europa, essas “mercadorias” estariam logo enfeitando vestidos e palácios do velho mundo. Usar chapéus ornados com penas coloridas de aves tropicais era considerado de muito bom gosto, e quase sempre era um luxo reservado apenas às classes mais abastadas. Aquele olhar estrangeiro de cobiça se perpetua até hoje, todavia carrega mais que uma simples curiosidade, ele traduz a certeza de que possuímos a maior reserva de biodiversidade do planeta, e nela estão contidas muitas respostas que ainda não chegaram ao conhecimento humano. Segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente — PNUMA (Perfil do PNUMA -1992), cerca de cem espécies desaparecem todos os dias da face do planeta, sendo o comércio ilegal de animais silvestres uma das principais causas dessa tragédia.Em menos de 500 anos o Brasil já perdeu cerca de 94% de sua cobertura original de Mata Atlântica (Veja. Ed. Esp. Amazônia-1997), um dos principais ecossistemas do país. São cada vez mais constantes as incursões nas matas tropicais em busca de animais para fomentar o tráfico nacional e internacional. Manter animais silvestres em cativeiro continua sendo um hábito cultural da população brasileira: sejam os ricos, que exibem suas coleções particulares de animais silvestres como troféus à sua vaidade; sejam os miseráveis, que se embrenham na mata em busca desses animais que, vendidos, ajudarão a diminuir sua fome, ou sejam ainda os cientistas estrangeiros que buscam na fauna e na flora brasileira uma possibilidade de seus laboratórios faturarem altas quantias com a fabricação de novos medicamentos. A realidade é que os recursos faunísticos do Brasil encontram-se gravemente ameaçados pelo comércio ilegal.
Fonte: www.renctas.org.br

O combate ao tráfico de animais silvestres é uma missão de todos nós que queremos um futuro mais digno para as próximas gerações.Você também pode ajudar a combater essa atividade que está destruindo um dos maiores patrimônios do Brasil: A sua Biodiversidade
Faça a sua parte, denuncie o comércio ilegal de animais silvestres !

Tráfico de animais silvestres, não feche os olhos para isso...


Pesquisamos um pouco sobre o assunto, achamos muita coisa, muita gente que está nessa luta contra o tráfico de animais silvestres.
Também nos impressionou a maneira como esses animais são tratados, por isso colocamos algumas fotos para que vocês também sintam o que nós sentimos: INDIGNAÇÂO E REVOLTA!
O combate ao tráfico de animais silvestres é uma missão de todos nós, que queremos um futuro mais digno para as próximas gerações.
Você também pode ajudar a combater essa atividade que está destruindo um dos maiores patrimônios do Brasil: A sua Biodiversidade.
Faça a sua parte, denuncie o comércio ilegal de animais silvestres !

* O H i s t ó r i c o d o T r á f i c o *
Desde seu descobrimento, o Brasil despertou a cobiça mundial por sua fauna e flora. Sua rica e preciosa biodiversidade sempre esteve na mira daqueles que aqui aportaram. Até hoje, a bandeira brasileira exalta o verde de nossas matas e o hino proclama que "nossos bosques têm mais vida e nossos campos têm mais flores". A cada ano, porém, os dados apontam um destino menos romântico para nossos símbolos patrióticos. As matas já não são tantas, e nossos bosques estão cada vez mais silenciosos.O processo de desenvolvimento cultural da população brasileira foi singular, possibilitando o encontro de povos conquistadores e povos que mantinham uma estreita relação com a natureza e o meio ambiente. Ainda hoje, observamos nos grandes centros urbanos, ou nos mais distantes rincões do nosso território, a presença de vários animais silvestres convivendo com o ser humano, numa relação de domínio e admiração.O hábito de manter animais silvestres como mascotes vem desde o tempo da colonização do Brasil. Quando os portugueses aqui aportaram, incorporaram a prática dos índios nativos de manter macacos e aves tropicais como seus animais de estimação, além de utilizarem o colorido das penas de aves brasileiras para adorno de chapéus e outras peças do vestuário. Segundo o jornalista brasileiro Eduardo Bueno, durante os trinta primeiros anos após o descobrimento do Brasil, as naus portuguesas que deixavam o país, costumavam levar em seus porões aproximadamente três mil peles de onças (Panthera onca) e 600 papagaios (Amazona sp.) em média. Ao serem desembarcadas na Europa, essas “mercadorias” estariam logo enfeitando vestidos e palácios do velho mundo. Usar chapéus ornados com penas coloridas de aves tropicais era considerado de muito bom gosto, e quase sempre era um luxo reservado apenas às classes mais abastadas. Aquele olhar estrangeiro de cobiça se perpetua até hoje, todavia carrega mais que uma simples curiosidade, ele traduz a certeza de que possuímos a maior reserva de biodiversidade do planeta, e nela estão contidas muitas respostas que ainda não chegaram ao conhecimento humano. Segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente — PNUMA (Perfil do PNUMA -1992), cerca de cem espécies desaparecem todos os dias da face do planeta, sendo o comércio ilegal de animais silvestres uma das principais causas dessa tragédia.Em menos de 500 anos o Brasil já perdeu cerca de 94% de sua cobertura original de Mata Atlântica (Veja. Ed. Esp. Amazônia-1997), um dos principais ecossistemas do país. São cada vez mais constantes as incursões nas matas tropicais em busca de animais para fomentar o tráfico nacional e internacional. Manter animais silvestres em cativeiro continua sendo um hábito cultural da população brasileira: sejam os ricos, que exibem suas coleções particulares de animais silvestres como troféus à sua vaidade; sejam os miseráveis, que se embrenham na mata em busca desses animais que, vendidos, ajudarão a diminuir sua fome, ou sejam ainda os cientistas estrangeiros que buscam na fauna e na flora brasileira uma possibilidade de seus laboratórios faturarem altas quantias com a fabricação de novos medicamentos. A realidade é que os recursos faunísticos do Brasil encontram-se gravemente ameaçados pelo comércio ilegal.
Fonte: www.renctas.org.br

AS COISAS TERRÍVEIS QUE FAZEM COM OS ANIMAIS:




PARA SABER UM POUCO MAIS
Declaração Universal dos Direitos dos Animais

1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3 - Nenhum animal deve ser maltratado.
4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.
6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra os animais.
9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.
Preâmbulo:

Considerando que todo o animal possui direitos;
Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;
Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;
Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;
Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;
Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,
Proclama-se o seguinte
Artigo 1º
Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
Artigo 2º
1.Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
2.O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais
3.Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.
Artigo 3º
1.Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis. 2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.
Artigo 4º
1.Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
2.toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.
Artigo 5º
1.Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
2.Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.
Artigo 6º
1.Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.
2.O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.
Artigo 7º
Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
Artigo 8º
1.A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.
2.As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.
Artigo 9º
Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.
Artigo 10º
1.Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.
2.As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.
Artigo 11º
Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.
Artigo 12º
1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.
2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.
Artigo 13º
1.O animal morto deve de ser tratado com respeito.
2.As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.
Artigo 14º
1.Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.
2.Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.


Crimes Ambientais

Praticar ato de abuso e crueldade em um animal era considerado contravenção penal ( Art. 64 Lei Contravenções Penais). A partir da Lei 9.605, de 12 de Fevereiro de 1998- Lei de Crimes Ambientais, estes atos passam a ser tratados como CRIME.
As penas para quem maltratar um animal pode ser "PRISÃO DE TRÊS MESES A UM ANO, ALÉM DE MULTA".

terça-feira, março 15, 2005

Usinas para reaproveitar o lixo

Tampas plásticas de refrigerante que se transformam em baldes e bacia; copos descartáveis que viram sola de sapato; embalagens longa vida que acabam em réguas e canetas; uma sala de aula feita do lixo.
Tudo o que é recolhido nas ruas de Curitiba e vai parar na Usina de Valorização de Rejeitos tem serventia. Do lixo, tudo se aproveita, dizem aqueles que trabalham num dos mais bem sucedidos projetos de educação ambiental e reciclagem do país.
A usina, inaugurada em 1990 na Fazenda Solidariedade, em Campo Magro, município da grande Curitiba, surgiu com o objetivo de valorizar a reciclagem de resíduos sólidos e proporcionar a prática da ação social.
Com a usina, ganharam o meio ambiente, a sociedade e a cidade.
Periodicamente a Fundação de Ação Social da Prefeitura de Curitiba, que administra a usina, garantem o repasse de verbas para cerca de 80 entidades, como creches, asilos e clubes de mães.
A geração de empregos diretos, os funcionários se revezam em dois turnos, com a usina funcionando 14 horas por dia; o repasse de informações sobre educação ambiental e a economia de recursos, já que a usina propicia a criação de novos produtos a partir do que foi descartado pela sociedade, são outros fatores que demonstram os resultados práticos do projeto.

VOCÊ SABIA ???

Que 1.000 kg de papel reciclado preservam 20 árvores do corte.
Que o plástico reciclado evita a extração de petróleo.
Que 1.000 kg de alumínio preservam da extração cerca de 5.000 kg de minério.

sexta-feira, março 11, 2005

Ecologia + Turismo = Ecoturismo = Desenvolvimento Sustentável


Cachoeira Posted by Hello


O ecoturista não é simplesmente um turista que gosta de caminhar, escalar montanhas, praticar canoagem, explorar cavernas ou mergulhar, para citar alguns exemplos de passeios típicos. É um viajante com uma preocupação especial: evitar ao máximo que o ambiente denuncie a sua passagem. Para isso, aconselha-se que o ecoturista siga uma série de recomendações, como viajar em grupos pequenos, respeitar as trilhas já existentes e, antes de qualquer coisa, escolher bem a agência de turismo ou a pousada.

O turismo ecológico tem crescido muito nos últimos anos e pode ser, dependendo de como é feito, uma alternativa de desenvolvimento sustentável para as regiões visitadas. Além de trazer recursos para a economia local, essa atividade pode, entre outras vantagens, gerar empregos, especialização profissional, melhoras na infra-estrutura regional e, ainda, despertar o interesse do Poder Público para questões ambientais. Porém, se o ecoturismo não for promovido com critério, o resultado pode ser o inverso: desenvolvimento desordenado e sem infra-estrutura básica, exploração de mão-de-obra, geração excessiva de lixo e, enfim, um aumento do que se desejaria combater: a poluição. “Se você faz um piquenique perto de uma cachoeira, mesmo que recolha o lixo, você está causando um grande impacto ao ambiente, porque concentra várias pessoas em uma área muito sensível, a margem de um rio”, explica o especialista Fabio Raimo de Oliveira, instrutor de expedições de alpinismo e caiaque oceânico da National Outdoor Leadership School, em Lander, EUA.

Seja um legítimo ecoturista

Não é suficiente seguir a orientação dos guias. Você também pode – e deve – seguir algumas regras básicas para preservar a natureza, que é o motivo do seu passeio. Estas sugestões fazem parte dos Princípios de Conduta Consciente em Ambientes Naturais do Ministério do Meio Ambiente (você pode saber mais no site www.mma.gov.br).
• Viaje em grupos pequenos, de até dez pessoas. Grupos menores causam menos impacto ao ambiente. Evite viajar para as áreas mais populares durante feriados prolongados e férias.
• Sempre traga todo o seu lixo de volta.
• Leve sempre: lanterna, agasalho, capa de chuva, um estojo de primeiros socorros, alimentos e água, mesmo em atividades de apenas um dia ou poucas horas de duração. Não improvise. E aprenda a usar corretamente os equipamentos necessários.
• Mantenha-se na trilha mesmo se ela estiver molhada, lamacenta ou escorregadia. Não use atalhos que cortam caminhos. Eles favorecem a erosão e a destruição da vegetação. Se você contorna a parte danificada de uma trilha, o estrago ficará maior no futuro.
• Acampe somente em locais pré-estabelecidos ou a pelo menos sessenta metros de qualquer fonte de água. Não cave valetas ao redor das barracas. Escolha o local e use um plástico sob a barraca. Não corte nem arranque a vegetação, nem remova pedras para acampar. Bons locais de acampamento são encontrados, não construídos.
• Ao percorrer uma trilha ou sair de uma área de acampamento, certifique-se de que elas permaneçam como se ninguém houvesse passado por ali. Não deixe rastros!
• Utilize as instalações sanitárias que existirem. Caso não haja banheiros na área, cave um buraco com quinze centímetros de profundidade a pelo menos sessenta metros de qualquer fonte de água, trilhas ou locais de acampamento, em local onde não seja necessário remover a vegetação. Lembre-se de tapá-lo depois.
• Não faça fogueiras. Elas matam o solo, enfeiam os locais de acampamento e representam uma grande causa de incêndios florestais. Se você realmente precisa acender uma fogueira, utilize locais previamente estabelecidos, e somente se as normas da área permitirem. Mantenha o fogo pequeno, utilizando apenas madeira morta encontrada no chão. Tenha absoluta certeza de que sua fogueira está completamente apagada antes de abandonar a área.
• Observe os animais a distância. Não retire flores e plantas silvestres.
• Ande e acampe em silêncio, preservando a tranqüilidade e a sensação de harmonia que a natureza oferece. Deixe rádios e instrumentos sonoros em casa. Colabore com a educação dos outros visitantes, transmitindo estes princípios sempre que necessário.
• Em passeios desse tipo, o mais importante é o próprio passeio, não o destino.
• Tire apenas fotografias e leve para casa somente suas memórias.

quinta-feira, março 10, 2005

Esportes de Aventura - 4ª parte.

Espeleologia - A espeleologia é visita ou a exploração de cavernas com ou sem finalidade de estudos dos ambientes subterrâneos.

Parapente - O parapente, originado do françês parrapant, ou paraglider, originado do inglês, possuem o mesmo significado. Nasceu na frança, há cerca de 15 anos, obra dos alpinistas que procuravam uma maneira mais fácil, rápida e não menos emocionante de descer das montanhas, depois da longa e trabalhada escalada. O paraglider é totalmente dirigido pelo piloto através de duas linhas, uma de cada lado, que permitem as manobras. A grande arte é saber é saber aproveitar as correntes de vento, principalmente às térmicas (ascendentes), de modo a voar mais longe e por mais tempo .

Paraquedismo - é o esporte no qual o seu praticante salta de alturas elevadas, geralmente de avião ou equipamento similar, levando um aparelho (pára-quedas) nas costas, que abre em determinado momento da descida, diminuindo a velocidade da queda.

Vôo livre - é a modalidade esportiva que faz uso de asa-delta e das correntes aéreas, após um salto que o praticante realiza de um ponto elevado.

Corrida de Aventura - é um esporte relativamente novo, fruto do aperfeiçoamento dos vários tipos de esportes na natureza já existentes, e claro, da criatividade de seus idealizadores. A idéia básica é misturar, em uma mesma prova, esportes diversos como trekking, mountain bike, técnicas verticais, rafting, canoagem e cavalgada.

quarta-feira, março 09, 2005

Esportes de Aventura - 3ª parte.


Rafting Posted by Hello

Canyoning - é uma travessia onde se visa percorrer o canyon, caminhando e realizando rapel pelo curso do rio. Seguem-se as partes mais profundas do canyon, sendo obrigatório, andar pela água.
Rafting - o rafting (do inglês raft, que significa balsa) é a aventura de descer rios e corredeiras em um bote de borracha. O rafting é um esporte ideal para quem gosta do contato com a natureza. No Brasil, quase todos os roteiros são em lugares de mata preservada ou em reservas ecológicas. É um excelente exercício antiestresse.

Acquaride - é praticado em corredeiras de rios, mas de uma maneira diferente: o praticante se posiciona de peito em um minibote inflável e enfrenta, sozinho, a descida do rio. O esporte nasceu de uma brincadeira entre os ribeirinhos (moradores das margens dos rios) e a princípio era praticado com câmaras de caminhão infladas.

Canoagem - existem diversas modalidades de canoagem. Cada uma com um diferente estilo e uma diferente emoção. As diversas modalidades de canoagem são: a) Canoagem em Velocidade, é praticada em raias olímpicas; b) canoagem Slalom, é a descida de corredeiras com balizas; c) canoagem de Descida (Down-River), é de velocidade praticada em rios encachoeirados; d) canoagem Onda (Surf), praticada na área de arrebentação, ondas do mar; e) canoagem Oceânica, praticada para grandes travessias; f) caiaque Pólo, um jogo praticado em piscinas olímpicas. Esta modalidade vem ganhando muito espaço no Brasil; e g) caiaque Turismo, praticado para fins turísticos.

terça-feira, março 08, 2005

ATENÇÃO, COMENTÁRIOS LIBERADOS, SEM BUROCRACIA AGORA !!!

RESOLVIDO O PROBLEMA!!!

Comentem à vontade, agora resolvemos os problemas e você não precisa enfrentar a burocracia de se cadastrar!!

Desculpem a nossa falha e agora comentem, comentem, comentem!!!

COMO DEIXAR COMENTÁRIOS NO BLOG!!!

FALHA NOSSA!!!

Sei que muita gente já visitou o blog e ficou com vontade de deixar algum comentário. O problema é que quando foi fazê-lo, o blog solicitou que digitasse o nome do usuário e senha, ou deu a opção de se cadastrar, não foi isso que aconteceu?

Pois é, mas é simples, entre e faça o cadastro assim:
Digite um nome de usuário (pode ser algum que você utilize como e-mail);
Digite a senha;
Confirme a senha;
Digite um e-mail seu;
Abrirá nesse momento uma janela para que você registre o nome do seu blog, então FAÇA ASSIM: simplesmente feche essa janela, você já estará cadastrado!

Agora é só fazer o comentário, e digitar o nome do usuário e senha logo abaixo.

O problema é que percebemos isso só depois que já tínhamos criado o blog, estamos tentando mudar isso, mas por enquanto faça esse “esforcinho” pela gente!!!

Obrigadão!!

Esportes de Aventura - 2ª parte.


Rapel
Posted by Hello

Rapel - é a técnica praticada em descida de rochas, cavernas, cachoeiras, prédios, utilizando-se de cordas. A princípio era aplicada em resgates e em espeleologia; atualmente é um esporte radical associado ao montanhismo, Canyoning, alpinismo.

Orientação - é uma corrida contra o relógio, através campos, matas, em áreas desconhecidas e em um percurso materializado com postos de controle, que o participante deve encontrar seguindo uma ordem imposta, servindo-se de um mapa e de uma bússola. A orientação, devido de suas características, estimula cerebral e fisicamente seus praticantes, exigindo, ao mesmo, ótima forma física e qualidades excepcionais de percepção, de análise, de concentração e domínio de si mesmo.
Escalada em rocha - A modalidade esportiva de escalada em rocha, teve a sua origem do alpinismo. é dividida basicamente em escalada livre e artificial.

segunda-feira, março 07, 2005

Esportes de Aventura

À partir de hoje, vocês poderão conhecer ou saber um pouco mais sobre Esportes de Aventura! Colocaremos diariamente algumas explicações para que você sinta um pouco do "gostinho" do Band Pé no Rio e se motive a fazer alguma das várias modalidade existentes.
Hoje, saiba mais sobre: Hikking e Trekking.

Hikking - O hikking é a caminhada de curta duração, usualmente não ultrapassa um dia (SÃO PAULO, s.d. 2000). Segundo Pellegrini Filho (2000), o hikking é uma caminhada curta, normalmente de um só dia, sem pernoite na trilha. Esse termo também pode ser utilizado para se referir à caminhada esportiva. No Brasil, este termo é praticamente desconhecido.

Trekking - Pode-se preferir um trekking curto, de um dia apenas; um trekking de travessia de vários dias; ou então trekking de competição, que divide-se em de regularidade e velocidade. O trekking curto, ou de um dia como é também é conhecido, é a modalidade mais praticada no Brasil, principalmente pelos iniciantes, porque é simples e pode ser feita próximo aos centros urbanos. O trekking de travessia, ou de longa distância, é a caminhada feita sempre em grupos e não há competição; o objetivo é atingir um ponto de chegada. Essa prática dura geralmente mais de um dia. E o trekking de competição, na modalidade de regularidade (enduro), é realizado em equipe, que varia de 3 a 6 integrantes, onde o objetivo é cumprir as várias etapas estabelecidas nas planilhas, mantendo um ritmo condizente com o tipo de terreno e de obstáculos.

quinta-feira, março 03, 2005

Você sabe quanto tempo o lixo leva para se decompor???


lixo
Posted by Hello


- JORNAIS / PAPÉIS: 2 À 6 MESES
- CASCAS: 3 MESES
- CHICLETES (ISSO MESMO!!! AQUELE QUE VOCÊ ABRE A JANELA DO CARRO JOGA PRA FORA COMO SE FOSSE A COISA MAIS NATURAL DO MUNDO...): 5 ANOS
- LATAS DE ALUMÍNIO: 100 À 500 ANOS
- PILHAS - 100 À 500 ANOS (SEM CONTAR NOS RÍSCOS DE CONTAMINAÇÃO POR ELEMENTOS QUÍMICOS!)
- EMBALAGEM DE PAPEL: 1 À 4 MESES
- GUARDANAPOS: 3 MESES
- NYLON: 30 À 40 ANOS
- TAMPAS DE GARRAFAS: 100 À 500 ANOS
- SACOS PLÁSTICOS: 100 À 500 ANOS
- GARRAFAS, FRASCOS DE VIDRO: TEMPO INDETERMINADO

AGORA PENSE BEM, VOCÊ PODE FAZER A SUA PARTE AJUDANDO NA SEPARAÇÃO DO LIXO, NO COMEÇO ATÉ PODE SER UM POUCO TRABALHOSO, MAS DEPOIS VOCÊ ACOSTUMA E ACHA ISSO NORMAL, ACABA VIRANDO UM HÁBITO! VAMOS LÁ PESSOAL !!!

COMO FAZER PAPEL RECICLADO


Posted by Hello

Material necessário:
- Bandeja de ovos vazia
-10 folhas de papel sulfite usadas
- 2 potes plásticos de 3 litros cada
- 10 litros de água- Liquidificador
- 2 molduras de madeira de 30 X 40 cm (uma delas c/ tela presa c/ grampos)
- 1 bacia retangular grande, que caiba a tela com folga
- 1 rolo de macarrão
- Lençol velho ou 1 m2 de pano de saco
- 1 esponja
- 1 toalha
Passo-a-passo:
Comece picando a caixa de ovos em pedaços pequenos. Vá colocando dentro de um dos potes com água para amolecer. É bom deixar de um dia para o outro. Faça o mesmo com as folhas de sulfite. Coloque 1 litro de água no liquidificador e ligue. Vá colocando os papéis que você picou alternando os dois tipos. Depois de bater, dilua a "polpa" de papel em oito litros de água na bacia grande. Coloque as duas molduras de madeira juntas, uma sobre a outra e mergulhe verticalmente na água, bem devagar. Vá deitando as molduras de forma que a parte com a tela fique para baixo. Depois de deixar mergulhada por alguns segundos, retire a tela vagarosamente. Incline as molduras para os lados para tirar o excesso de água. Em seguida, apóie e tire a moldura sem a tela. Vire a moldura onde se formou o papel sobre o lençol ou saco, o qual deve estar sobre a toalha. Retire o excesso de água com a esponja, pressionando levemente a tela. Tire a moldura, dando batidinhas na tela para soltar o papel. Coloque o outro pano em cima e passe o rolo de macarrão delicadamente. Tire o pano de cima e leve ao varal para secar. Num dia de sol demora de 2 a 3 horas para secar. Se estiver nublado, deixe de um dia para o outro. Depois de seco, retire o papel do pano e está pronto. Misture outros materiais e crie seu papel. Além de preservar a natureza, você pode até ganhar um dinheirinho.

RECICLANDO...

"Recicle! Recicle!"

Na verdade o indivíduo não recicla; quem recicla é a indústria. O que nós podemos fazer é
preciclar e também separar o lixo para a reciclagem. Verifique antes qual vai ser a destinação mais próxima. Procure uma cooperativa de catadores em sua cidade ou postos de entrega voluntária.
DICAS para você SEPARAR O SEU LIXO para a
coleta seletiva:
Não é complicado, nem precisa separar por tipo de material pois, na maioria das cidades, a coleta dos materiais recicláveis é feita por um veículo que não tem separações. O material é separado e enfardado na cooperativa. Basta colocar uma lata de lixo a mais na sua cozinha e separar: em uma o lixo seco, e na outra lixo úmido.
Lixo seco: papel, papelão, jornais, revistas, cadernos, folhas soltas, caixas e embalagens em geral, caixa de leite, caixas de papelão (desmontadas), metais (ferrosos e não ferrosos) latas em geral, alumínio, cobre, pequenas sucatas, copos de metal e de vidro, garrafas, potes e frascos de vidro (inteiros ou quebrados),
plásticos (todos os tipos), garrafas PET, sacos e embalagens, brinquedos quebrados, utensílios domésticos quebrados.
Lixo úmido: cascas de frutas e legumes
(lixo compostável), restos de comida, papel de banheiro, sujeira de vassoura e de cinzeiro.
Não recicláveis: papel higiênico, papel plastificado, papel de fax ou carbono, vidros planos, cerâmicas ou lâmpadas.
Lembre-se que pilhas e baterias não podem ser descartadas no lixo doméstico, pois contém metais pesados e, quando molhadas, contaminam o meio ambiente. Ligue para o Serviço de Limpeza Pública de sua cidade para saber se há postos de entrega voluntária para pilhas e baterias.
E os materiais que não tem
mercado? (pois é: tem materiais que certas cooperativas não recolhem porque não encontram mercado. Neste caso teremos de encontrar outra destinação.)
Então fica assim: uma lata menor com um saco de supermercado (reutilização!) para colocar o lixo que vai ser coletado pelo lixeiro. Lembre-se de só o colocar na rua nos dias e horários certos.
Outra lata, maior, para colocar apenas o lixo seco reciclável. Esta lata, provavelmente, será esvaziada uma vez por semana, na melhor das hipóteses, e, portanto, o material deve estar limpinho para não atrair insetos.
Se você assina um jornal deve produzir uma pilha de um metro, pelo menos, por mês. Vá juntando o lixo papel, bem como as embalagens de papelão, as perdas da impressora, etc...Revistas podem ser úteis na escola mais próxima.
Latas de conserva são de ferro, e as de refrigerante e cerveja geralmente são de alumínio. Elas devem ser acumuladas limpas e sem rótulo. As de alumínio podem ser amassadas como uma sanfoninha, o que economizará espaço.
Quando as latas estiverem cheias dê o destino certo para cada uma: coloque o lixo úmido no horário e no dia certo da coleta convencional e o reciclável leve para a
Cooperativa de Catadores de Lixo mais próxima.

quarta-feira, março 02, 2005

PILHAS E BATERIAS:

Segundo o Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT, 1 % de todo o lixo urbano produzido no país é composto de elementos tóxicos. No meio ambiente, esse lixo é capaz de gerar danos irreparáveis como aconteceu em Goiânia, onde uma cápsula de césio foi parar em mãos erradas, matando dezenas e causando danos em centenas de pessoas.
Resíduos de Lâmpadas fluorescentes, termômetros, embalagens de agrotóxicos, latas de tinta, são comuns em lixões ao ar livre, onde também estão pilhas e baterias. Mercúrio, chumbo, cobre, zinco, cádmio, manganês, níquel e lítio são elementos que em contato com o ser humano afetam os órgãos, os ossos, o sistema nervoso e os neurônios.
O destino das pilhas e baterias, regulamentado em resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama, deve ser o estabelecimento que comercializou o produto ou a rede de assistência técnica autorizada pela indústria.

O que fazer com pilhas e baterias usadas:

Bateria de chumbo ácido - utilizada nas indústrias, automóveis, filmadoras: Devolver ao fabricante ou importador;
Pilhas e Baterias de cádmio – utilizada em telefone celular, telefone sem fio, barbeador e outros aparelhos que usam pilhas e baterias recarregáveis:
Devolver ao fabricante ou importador;
Pilhas e Baterias de óxido de mercúrio – utilizada em instrumentos de navegação e aparelhos de instrumentação e controle: Devolver ao fabricante ou importador.